Pensar em abrir uma franquia é como planejar uma viagem internacional: no começo tudo parece um sonho, mas logo percebe-se que há uma infinidade de detalhes para checar antes de “embarcar”. Assinar um contrato de franquia pode ser o começo de uma jornada próspera, mas, sem os cuidados certos, pode se tornar um verdadeiro samba do empreendedor doido. Então, antes de sair carimbando papéis, bora conferir dicas essenciais para não cair em cilada, hein?
Primeiro, conheça muito bem a franquia dos seus sonhos. Não basta se encantar com o nome famoso e o cheirinho de sucesso no ar: pesquise o histórico da marca, crescimento nos últimos anos, quantidade de lojas ativas e fechadas, além de avaliações de franqueados e consumidores. O Portal do Franchising, da ABF, por exemplo, é uma fonte confiável pra conferir dados reais do setor. Em 2024, o mercado de franquias brasileiro faturou R$ 240 bilhões, segundo a ABF, mostrando a força do segmento, mas também apontando que concorrência e desafios são reais.
O próximo passo é analisar minuciosamente a COF — Circular de Oferta de Franquia. Esse documento tem que ser entregue pelo menos 10 dias antes da assinatura do contrato, conforme a Lei de Franquias (Lei 13.966/19). A COF detalha direitos e deveres, taxas, obrigações, territorialidade, suporte oferecido, histórico jurídico da franqueadora e eventuais “pegadinhas”. Veja se há ex-franqueados e converse com eles: por que saíram, como foi o suporte, quais as maiores dificuldades? Nada como ouvir quem viveu na pele!
Outro ponto importante é a análise financeira. Acredite: aquela promessa de “retorno em 12 meses” pode ser mais ilusória que dieta na segunda-feira. Peça o planejamento financeiro, cheque taxas iniciais, royalties, investimentos em marketing, custos operacionais e capital de giro. Consulte seu contador ou um consultor de franquias para avaliar se o negócio é viável na sua realidade. De acordo com levantamento do Sebrae, 48% dos franqueados precisam de capital extra além do previsto no início.
Sobre contrato, não assine nada sem ler (e entender) cada cláusula — inclusive as letrinhas miúdas! Preste atenção nas obrigações de ambas as partes, multas, condições de rescisão, regras de transferência e renovação. Se possível, peça auxílio de um advogado especializado em franquias. Afinal, melhor gastar com consultoria do que perder uma bolada depois.
Lembre-se também da importância do suporte oferecido pela franqueadora. Treinamentos, consultoria, marketing, assistência na escolha do ponto comercial — esses diferenciais podem ser a chave do sucesso. Segundo a ABF, franqueados bem assistidos tendem a lucrar até 40% mais.
Por fim, avalie se o modelo de negócio combina com seu perfil, rotina e expectativa. Franquia não é garantia de sucesso automático e exige dedicação quase musical: cada nota fora do compasso pode desafinar o negócio. Seja honesto quanto ao seu tempo, conhecimento e paixão pelo segmento escolhido.
Seja você um futuro franqueado da padaria do bairro, da hamburgueria gourmet ou de uma escola de idiomas, seguir essas dicas te ajuda a tomar decisões embasadas e evitar dor de cabeça. Compartilhe este artigo com quem está pensando em investir em franquia. Informação nunca é demais, né?
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