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Bebê Aprendendo a Engatinhar: Dicas e Cuidados

Quando chega o momento do bebê começar a engatinhar, prepare-se: a casa nunca mais será a mesma! A aventura de ver o pequeno explorador dando os primeiros passinhos de quatro é emocionante e cheia de descobertas – tanto para ele quanto para você. Mas calma, não precisa sair grudando almofada em todos os cantos ainda. Com informação, bom-humor e algumas adaptações na rotina, essa fase pode ser leve, divertida e muito significativa no desenvolvimento infantil.

O engatinhar geralmente acontece entre os 6 e 10 meses, mas não se assuste se o seu bebê demorar um pouquinho mais ou resolver pular essa etapa e partir direto para o “andarilho”. Cada criança tem seu tempo e estilo próprio de conquista da mobilidade. Pesquisas apontam que cerca de 7 a 8% dos bebês pulam o engatinhar e, mesmo assim, se desenvolvem normalmente. Mas, se o seu pequeno está ensaiando aquele balé do bumbum para cima e para baixo, é sinal de que logo os passeios pela sala vão começar.

Engatinhar é muito mais do que um charme: é um marco no desenvolvimento motor, fortalecendo músculos dos braços, pernas, costas e pescoço, além de ajudar na coordenação motora, equilíbrio e percepção espacial. O cérebro do bebê também se exercita, criando conexões neurais importantes para habilidades futuras, como ler e escrever. Ou seja, cada movimentinho é como um treino para virar um pequeno gênio no futuro!

Quer incentivar seu bebê a engatinhar? Aposte na brincadeira! Coloque brinquedos coloridos e seguros no chão, levemente fora do alcance, e chame-o com palmas e sorrisos. Túnel de tecido, almofadas e tapetes macios viram verdadeiros parques de diversão. Ficar de bruços (a famosa “tummy time”) já desde os primeiros meses também é fundamental, pois fortalece os músculos e previne a plagiocefalia (achatamento da cabeça). Mas atenção: sempre supervisione esses momentos para garantir a segurança.

Falando em segurança, hora de preparar a casa para o novo “motorista” da família. Instale protetores em tomadas, remova objetos pequenos que possam ser engolidos, mantenha produtos de limpeza e medicamentos fora de alcance e prenda móveis que possam tombar. Portões de segurança nas escadas são essenciais. Atenção especial para quinas de móveis, tapetes escorregadios e fios elétricos. Achou exagero? Segundo o Ministério da Saúde, acidentes domésticos são a principal causa de visitas ao pronto-socorro nessa faixa etária.

Se notar que o bebê está com dificuldade para apoiar os bracinhos, arrasta só para um lado ou parece usar mais uma perna do que a outra, vale conversar com o pediatra ou fisioterapeuta. Às vezes, um pequeno acompanhamento já resolve a questão. E lembre-se: comparação é o ladrão da alegria. Cada bebê tem seu ritmo e, no final das contas, todos acabam correndo pela casa!

No mais, celebre cada conquista. Tire fotos, grave vídeos, compartilhe com a família e não esqueça de curtir o momento. Afinal, daqui a pouco, o quarto escuro vai ser o esconderijo preferido e você vai sentir saudade dessa fase do “bebê explorador”.

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